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Liminal Minds - Terapia assistida por psicadélicos | Clínica de ketamina
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Diálogo Aberto

SUPORTE TERAPÊUTICO EM REDE PARA INDIVÍDUOS, FAMÍLIAS E COMUNIDADES

◉ Aberto

O que é?

Para quem?

Porquê uma rede?

Como funciona?

Informações práticas

Pedir agendamento

v

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Diálogo Aberto

SUPORTE TERAPÊUTICO em rede para indivíduos, famílias e comunidades

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O que é?

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A cura acontece nas relações,
não no isolamento.

Com origem na Finlândia, a abordagem do Diálogo Aberto (Open Dialogue) é uma forma inovadora de suporte terapêutico que transforma profundamente a resposta às crises e ao sofrimento psíquico agudo.

Diferentemente dos modelos tradicionais que tendem a isolar e a tratar as pessoas de forma puramente individual, o Diálogo Aberto assenta na premissa de que a saúde mental é um tecido partilhado.

A investigação internacional demonstra de forma consistente que incluir as pessoas significativas no processo está associado a excelentes resultados clínicos — como a redução substancial de hospitalizações e recaídas, o fortalecimento dos laços afetivos e o apoio sustentado à recuperação a longo prazo.

É um espaço onde nenhuma voz é invalidada e onde o sofrimento é acolhido coletivamente.

O diálogo aberto quebra com o isolamento

Vamos ativar a rede que vos sustenta, e capacitá-la.

Sabemos que, no meio de uma crise, nem sempre essa rede de apoio está visível, organizada ou disponível. Por isso, o nosso trabalho clínico vai muito além de apenas mediar uma conversa: nós ajudamos-te ativamente a mapear, aproximar e capacitar um ecossistema de suporte real, forte e funcional.

Quer envolvamos a tua família de sangue, quer prefiras trazer a tua família escolhida — amigos, vizinhos, colegas ou conhecidos —, trabalhamos em conjunto para que este grupo receba as ferramentas necessárias para saber como amparar na prática.

O Diálogo Aberto transforma os teus relacionamentos numa base afetiva competente, sólida e verdadeiramente preparada para caminhar contigo a longo prazo, garantindo que ninguém tem de carregar o peso do mundo sozinho.

Este espaço é para ti e a tua rede se:

N

Estão a passar por uma crise ou momento de sofrimento psíquico agudo

Quando o chão foge e as respostas habituais parecem falhar, o Diálogo Aberto oferece uma rede de segurança imediata para conter o sofrimento antes que este se fragmente.

N

Sentem que os modelos de terapia tradicionais e individuais não são suficientes

Se sentem que o problema não pertence apenas a uma pessoa isolada, mas sim à forma como a comunicação e a dinâmica familiar ou relacional se estruturaram.

N

Existe um impasse na comunicação familiar ou comunitária

Para redes que enfrentam conflitos profundos, ruturas relacionais ou segredos desgastantes e que precisam de mediação para que todos possam falar sem medo de julgamentos.

N

Procuram um processo terapêutico totalmente transparente

Para quem quer afastar-se de lógicas hospitalares e paternalistas, preferindo uma abordagem horizontal onde nenhuma decisão clínica é tomada “às portas fechadas”.

redução de danos

Porquê uma Rede?

Quebrar o isolamento profundo e acolher a dor

A perceção de que “estamos nisto juntos” alivia o peso que muitas vezes recai sobre uma única pessoa. Criar laços com pessoas que entendem genuinamente o que estás a passar quebra o isolamento, num ambiente de aceitação radical.

Nenhuma verdade absoluta, múltiplas perspetivas

Numa reunião em rede, não há o paciente que está errado nem o familiar que está errado. Todas as vozes e perspetivas sobre a situação são válidas, legítimas e necessárias para encontrar novos caminhos.

Co-criação de caminhos novos e sustentáveis

Quando as decisões e os combinados são feitos em conjunto e com total transparência, o compromisso de toda a rede com o bem-estar mútuo fortalece-se significativamente.

Formato do Diálogo Aberto:

Tu escolhes a tua rede

No Diálogo Aberto, a autonomia é total. A pessoa que está no centro das preocupações é quem decide quem está — e quem não está — presente na reunião. Pode ser família, mas também podem ser amigos, vizinhos, colegas de trabalho ou qualquer pessoa significativa que represente um porto seguro.

Tempo para que todos se sintam ouvidos

As nossas reuniões acontecem presencialmente ou online e têm a duração de 90 minutos. Isto garante o tempo necessário para que todos se acomodem e se sintam ouvidos, sem a pressão de correr para uma “solução” ou diagnóstico nos últimos cinco minutos da sessão.

Dois facilitadores que estão do lado do diálogo

Enquanto a maioria das terapias envolve apenas um profissional, no Diálogo Aberto usamos quase sempre dois. Ter dois profissionais muda completamente a dinâmica: permite-nos acolher e gerir a tensão sem que ela se torne insuportável, garantindo que não tomamos partidos e que as vozes mais tímidas sejam efetivamente escutadas.

A equipa de reflexão

Em momentos-chave da sessão, os facilitadores fazem uma pausa para refletir abertamente um com o outro, enquanto a família e os participantes apenas ouvem. Este processo diminui o conflito, introduz novas perspetivas e ideias sem que estejamos a “dizer” ou a impor o que os participantes devem fazer.

Transparência radical, sem anotações secretas

Não há “pré-reuniões” entre os profissionais sobre os participantes, nem anotações clínicas ocultas. Quaisquer decisões, reflexões ou próximos passos são tomados e conversados em conjunto, ali mesmo na reunião. Acreditamos que a transparência radical é a única forma de construir uma confiança radical.

Formato do Diálogo Aberto:

Tu escolhes a tua rede

No Diálogo Aberto, a autonomia é total. A pessoa que está no centro das preocupações é quem decide quem está — e quem não está — presente na reunião. Pode ser família, mas também podem ser amigos, vizinhos, colegas de trabalho ou qualquer pessoa significativa que represente um porto seguro.

Tempo para que todos se sintam ouvidos

As nossas reuniões acontecem presencialmente ou online e têm a duração de 90 minutos. Isto garante o tempo necessário para que todos se acomodem e se sintam ouvidos, sem a pressão de correr para uma “solução” ou diagnóstico nos últimos cinco minutos da sessão.

Dois facilitadores que estão do lado do diálogo

Enquanto a maioria das terapias envolve apenas um profissional, no Diálogo Aberto usamos quase sempre dois. Ter dois profissionais muda completamente a dinâmica: permite-nos acolher e gerir a tensão sem que ela se torne insuportável, garantindo que não tomamos partidos e que as vozes mais tímidas sejam efetivamente escutadas.

A equipa de reflexão

Em momentos-chave da sessão, os facilitadores fazem uma pausa para refletir abertamente um com o outro, enquanto a família e os participantes apenas ouvem. Este processo diminui o conflito, introduz novas perspetivas e ideias sem que estejamos a “dizer” ou a impor o que os participantes devem fazer.

Transparência radical, sem anotações secretas

Não há “pré-reuniões” entre os profissionais sobre os participantes, nem anotações clínicas ocultas. Quaisquer decisões, reflexões ou próximos passos são tomados e conversados em conjunto, ali mesmo na reunião. Acreditamos que a transparência radical é a única forma de construir uma confiança radical.

Conhece os facilitadores:

João G. Pereira

João G. Pereira

Psicólogo Clínico e Psicoterapeuta dedicado ao desenvolvimento de abordagens relacionais, comunitárias e horizontais em saúde mental. Criou o primeiro projeto de Diálogo Aberto em Portugal e forma novos faciliadores nesta intervenção inovadora.

João G. Pereira

Ana Ferreira

Terapeuta Ocupacional, Licenciada e Mestre pela Escola Superior de Saúde do Porto. Experiência em cuidados de saúde mental, com pessoas com experiência de doença mental e suas redes de suporte. Formação em Diálogo Aberto e Práticas Dialógicas.

v

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Informações práticas

Formato / localização:

Presencial na Liminal Minds (Miraflores) ou Online

Duração:

Sessões de 90 minutos, agendadas sessão a sessão com periodicidade flexível

Valores:

200€ por Reunião Terapêutica em Rede (até 2 facilitadores).

Caso sejam incluídos outros profissionais, os seus honorários serão pagos à parte.

Escolha dos participantes:

Decidida de forma colaborativa, mas sempre com a palavra final da pessoa no centro das preocupações.

Pode incluir familiares, amigos, colegas, vizinhos, assim como psiquiatra e psicólogo assistentes ou outros profissionais de saúde envolvidos.
e

Número de participantes:

Recomenda-se entre 2 a 7 participantes para garantir espaço para todas as vozes, sendo possível iniciar o processo individualmente para desenhar a rede.

Pede aqui o agendamento

DIÁLOGO ABERTO
Suporte terapêutico em rede para indivíduos, famílias e comunidades
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